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Vindima em Protásio Alves: o doce sabor da colheita

Vindima em Protásio Alves: o doce sabor da colheita

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A vindima é a colheita da uva e andar pelos parreirais de Protásio Alves é encontrar aroma, beleza e sentimento de pertencimento. Sejam próximos ao perímetro urbano, como as propriedades de Lodovino Lorencet e de Elio Stella, ou no interior, como a de André Lorencet, as imagens fazem valer a visita. O sabor, então, só provando.

A família de André, que também é Secretário da Agricultura e Meio Ambiente de Protásio Alves, cultiva a uva bordô em uma área de dois hectares e destina a venda para uma empresa de sucos de Campestre da Serra. Além da beleza do parreiral, o som da família reunida na colheita é acolhedor.

- Quando o amadurecimento da uva chega no ponto ideal, contratamos de dez a doze pessoas para o trabalho. Mas, há momentos como este (da visita) nos quais a família faz o trabalho e a convivência só faz bem -  comenta André sobre a presença dos seus pais e seus dois filhos na colheita.

No parreiral da família de Lodovino, também prevalece a uva bordô que se destina à venda. Para ele, o valor recebido poderia ser melhor, mas não reclama da safra.

- Também temos parte de um hectare deste parreiral de uva isabel, mas prevalece a bordô que é uma das variedades mais fortes cultivadas na região – comenta Lodovino.

E, pouco antes de chegar a Protásio Alves, temos o único parreiral coberto do município. Nele, encontramos variedades de niágara rosa, vitória  e nubia. Também em área de um hectare, destina-se à venda.

Segundo dados da Emater de 2020, no município de Protásio Alves são cerca de 20 hectares destinados ao cultivo da videira. 

Fotos: Sonia Reginato/C+C e Roberto Prigol/PMPA.